Volante espera seguir passos de Dadá Maravilha
(Foto: Raphael Carneiro/Globoesporte.com)
A chegada de Kleberson ao Bahia vai servir para reforçar a lista de jogadores campeões mundiais com a camisa tricolor. Até agora, seis atletas (cinco jogadores e um treinador) que levantaram o troféu da Copa do Mundo representaram a equipe baiana. No entanto, apenas um deles conseguiu conquistar a torcida e ter sucesso em terras baianas. E é nele que o volante vai buscar inspiração para seguir os mesmos passos.
Dadá Maravilha, campeão do mundo em 1970, foi contratado em 1981 e ficou pouco mais de um ano no clube. Tempo curto, mas suficiente para ser bicampeão baiano e marcar 48 gols com a camisa do Bahia. Números que inspiram o volante.
- É um começo. Fico lisonjeado pelo convite e sei que vai ser bastante difícil no começo, que é uma nova adaptação. Mas tenho certeza que vou me sair muito bem. Sou um jogador muito experiente e apesar de ter 33 anos, eu me prezo muito. A condição física é o que eu prezo bastante – comentou o jogador logo depois de seu desembarque em Salvador.
Dadá foi um único exemplo positivo de campeões com a seleção brasileira. A lista de insucesso dos campeões mundiais teve início com Paulo Sérgio. Em 2003, aos 33 anos, o atacante ficou por apenas três meses e não marcou nenhum gol. Dois anos depois, Viola – com 36 anos – ficou mais marcado pelas polêmicas fora de campo. No mesmo ano Zetti foi o contratado para comandar o time na Série B, mas ficou somente por sete rodadas.
Dadá Maravilha brilhou com a camisa do Bahia na década de 80 (Foto: Jayme Brandão / Globoesporte.com)
Edílson e Ricardinho, companheiros de Kleberson em 2002, foram os exemplos mais recentes. Nenhum dos dois, no entanto, conseguiu ficar marcado na memória do torcedor do Bahia. Para ter uma história diferente do quinteto e se igualar a Dadá Maravilha, Kleberson conta com a ajuda de conhecidos no elenco tricolor.
- Conheço Zé Roberto, Marcelo Lomba e já fui campeão ao lado de Mancini. São jogadores excelentes e têm sua caminhada no futebol. O grupo do Bahia é muito forte. Tantos os reservas quanto os titulares têm condições de jogar. Venho aqui para ajudar a fazer o melhor para o Bahia. No início da negociação tive um papo rápido com Falcão e também uma conversa com Zé Roberto. Tive boas informações e todos me deixaram muito tranquilos para assinar – revelou o jogador.
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