sábado, 1 de setembro de 2012

Jorginho explica treino com reservas e adia definição da equipe

jorginho e eduardo barroca; bahia (Foto: Jayme Brandão/Divulgação/EC Bahia)Treinador disse que vai definir o time neste sábado
(Foto: Jayme Brandão/Divulgação/EC Bahia)

O técnico Jorginho comandou apenas dois treinamentos desde que chegou ao Bahia. Em nenhum dos dois contou com os jogadores que atuaram no triunfo sobre o Santos na última quarta-feira. A decisão foi tomada pelo próprio treinador, em conversa com a comissão técnica, para conhecer melhor os atletas que compõem o elenco do time baiano.

- Aqui não se poupa ninguém. Temos um trabalho conversado com fisiologistas, preparadores. É que nós não conhecemos todo mundo. Tem uns garotos da base dos quais preciso saber. Vai jogar quem eu achar que for o melhor para o Bahia. Muitos só vão ter condições de nos mostrar no treino, e nós vamos respeitar isso – disse o treinador ao ser questionado o motivo de os titulares não participarem do treino na tarde desta sexta-feira, em Pituaçu.

Sem uma atividade com os atletas considerados titulares, Jorginho adiou a definição da equipe para enfrentar o São Paulo, no domingo, em Pituaçu. O treinador disse, durante a entrevista coletiva, que só vai confirmar o time após o treino de sábado, mas já adiantou que não pretende fazer grandes mudanças na escalação.

- Tem treino amanhã (sábado) ainda, e é amanhã que vamos tomar as decisões. Mas talvez eu não mude. Tenho que conhecê-los (jogadores) bem mais para saber o que fazer. O importante é que eles estão se dedicando – comentou.

Com ou sem mudança entre os titulares, Jorginho disse que não se preocupa muito com a formação tática. Para ele, o mais importante é que os jogadores entendam a filosofia, independentemente da disposição tática da equipe dentro de campo.

- Não é questão de três zagueiros, três volantes. De repente você coloca cinco atacantes em campo e não consegue dar um chute a gol. O interessante é a forma de jogar. O atleta tem que acreditar que tem de marcar e agredir o adversário, tentando empurrá-lo para dentro do seu campo. Isso é indiferente dos números da tática. Não importa se é 3-5-2, 4-3-3- ou 4-4-2 – finalizou o treinador do Bahia.

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