O Bahia já realizou 12 jogos como mandante na Série A do Campeonato Brasileiro. Diante do torcedor, o Tricolor não tem um bom desempenho. Em Pituaçu, foram apenas dois triunfos, sete empates e três derrotas. O aproveitamento deixa o clube baiano como um dos piores mandantes da competição.
Com a arrancada que a equipe deu neste início de segundo turno, a situação se tornou bem diferente com o time longe de casa. Como visitante, o Bahia venceu quatro vezes – sendo duas após a chegada de Jorginho –, empatou três e perdeu cinco. Com este cenário, o volante Fahel acredita que o time já sabe a maneira de enfrentar os adversários fora de casa. Resta aprender a fazer o mesmo em Pituaçu.
- Já conseguimos achar nossa forma de jogar como visitante, mas dentro nós precisamos melhorar. Acredito que dentro de casa, com a empolgação da torcida, o time sai mais para o ataque e, às vezes, não é de uma forma equilibrada. Temos que conseguir esse equilíbrio. Temos certeza que Jorginho vai conversar conosco porque nós queremos vencer e dar essa alegria para a torcida – opinou o volante.
Para Fahel, a principal mudança implantada pelo treinador no estilo de jogo foi a marcação mais forte. O volante lembrou que fora de casa o Bahia tem procurado não deixar que o adversário jogue para ter o controle da partida. Por isso, inclusive, ele acredita que o número de faltas e cartões tenha aumentado.
- Esse é até um pedido de Jorginho (não deixar que o adversário jogue). Acaba que tem que fazer algumas faltas a mais. Eu não gosto de ficar fora e procuro receber o menor número possível de cartão. A característica de nosso árbitros é de dá muita falta. Na Europa, as faltas que fazemos aqui, para eles lá não é nem falta. É uma característica de nossa arbitragem. Acho até que os atacantes ajudam. Os atacantes do Brasil caem demais. Mas não podemos nos preocupar muito com esses números. Temos que fazer a marcação forte. Eu procuro não tomar cartão, mas se acontecer, paciência – finalizou o jogador.
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